Hoje nosso dia foi um pouco mais tranquilo, já que tínhamos apenas 360 km para serem percorridos até Bariloche.
Decidimos acordar um pouco mais tarde e aproveitar um pouco mais o nosso hotel, tirando muitas fotos e visitando alguns lugares que não conseguimos no dia anterior.
Nosso café da manhã foi excelente, pois tivemos o prazer de degustar sucos naturais de framboesa e amora, sem agrotóxicos e produzidos na horta orgânica do hotel. Tudo muito bem preparado e saboroso. O omelete com queijo parmesão estava simplesmente delicioso.
Infelizmente, o dia amanheceu nublado e com uma garoa fina, que depois se transformou em chuva. Tiramos muitas fotos do hotel e saímos por volta das 10:30 h.
A estrada que sai do hotel é bem ruim, mas o visual compensa. Logo estávamos na S-199 em direção à aduana entre o Chile e a Argentina. A estrada mostrou-se muito bonita, com vegetação exuberante e muitas curvas entre as montanhas.
Quando o estava realizando, fui ao street view para ver os trecho em que encontraria o piso de rípio e esse tipo de estrada começava uns 15 quilômetros antes da fronteira. Felizmente meu planejamento não foi cumprido, pois a estrada já está asfaltada até a fronteira.
No passo fronteiriço, tudo certo e rápido, pois não havia movimento algum quando chegamos. Ficamos uns 20 minutos do lado chileno.
Ao cruzarmos a fronteira tudo mudo, para pior! A estrada de asfalto passou a ser de rípio (ruim), além do que, ficamos uns 30 minutos na aduana do lado argentino, pois aí havia algumas pessoas fazendo os trâmites de saída do país, mas nada que atrapalhasse a viagem.
Documentos em dia, partimos pelo rípio por mais 15 km até encontrarmos o asfalto e uma vegetação completamente diferente daquela que estávamos vendo no lado chileno. O que era floresta de coníferas, fechada, úmida, passou a ser uma vegetação rasteira, seca, quase um deserto. Realmente muito diferente.
Passamos por paisagens muito bonitas e diferentes. Lagos, areia, picos nevados e sempre com variações a cada curva da estrada. Muito interessante. Paramos várias vezes para podermos registrar essas belezas naturais.
Depois de entrarmos no asfalto, fomos até Junin de los Andes para abastecer e prosseguir para Bariloche pelas RN 234 e RN 237. Preferimos esse caminho pelo visual e por serem todo em asfalto. A RN 40 não nos dava essa certeza pelo street view.
Diferente do Chile, onde rodamos desde o Paso Los Libertadores até o Paso Mamuil Malal e não fomos parados uma vez sequer ou vimos bloqueios policiais, mal entramos na Argentina e vimos três bloqueios policiais. Felizmente não fomos parados em nenhum deles.
Chegamos a Bariloche no final da tarde, cheios de belas imagens na lembrança, em um dia frio com 7ºC às 18:00 h.
Nos hospedamos no Hotel Três Reyes, que fica de frente para o lago. O hotel é antigo, mas o quarto estava limpo e quente, o que fez a diferença. Recebemos um cortesia de um drink de boas vindas, que aproveitamos para utilizar antes do jantar.
À noite, saímos para jantar no restaurante Weiss, a três quadras do hotel. Pedimos truta com creme e truta com molho de champignons. Tudo muito gostoso e o preço razoável para o ambiente e para o prato.
Amanhã vamos fazer um city tour pela cidade, comprar alguns suprimentos para a terça-feira e tirar dinheiro em um caixa eletrônico, pois temos que pagar em efectivo o nosso passeio às Capillas de Marmol, em Los Antiguos.
Uma boa noite a todos.
Uma boa noite a todos.

Continue postando!!! Tá muito maneiro!!!
ResponderExcluirPode ter certeza que manteremos as postagens. Obrigado.
ExcluirEssa travessia dos Andes desde Pucón e a chegada em Bariloche vindo do norte é uma das partes mais interessantes da estrada. No nosso roteiro nós ficamos em San Martin de Los Andes, que é linda!
ResponderExcluirRealmente ficamos muito surpresos com tanta beleza e diversidade de paisagens.
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